Dia histórico: Suíça é o primeiro país a aprovar o registro definitivo de uma vacina contra Covid-19

A Swissmedic foi a primeira agência reguladora do mundo a autorizar o uso padrão da vacina dos laboratórios Pfizer/BioNTech. O ministro da Saúde suíço garantiu que a ela foi rigorosamente avaliada como qualquer outra vacina antes de chegar ao mercado.

A Suíça se tornou, neste sábado (19), o primeiro país do mundo a autorizar o uso padrão – não emergencial – da vacina dos laboratórios Pfizer/BioNTech.

O ministro da Saúde, Alain Berset, garantiu que a ela foi rigorosamente avaliada, como qualquer outra vacina antes de chegar ao mercado.

Nas últimas semanas, uma série de países aprovou a vacina da farmacêutica americana Pfizer em parceria com a alemã BioNtech para uso emergencial. No Reino Unido, no Canadá e nos Estados Unidos ela já está sendo aplicada.

Mas a Swissmedic foi a primeira agência reguladora do mundo a conceder o registro definitivo. Ou seja, seguindo o procedimento padrão, as regras convencionais.

Num comunicado, o órgão equivalente à Anvisa na Suíça informou que, dois meses depois de receber o pedido, concedeu a autorização com base na análise cuidadosa dos documentos apresentados de forma contínua.

O documento diz ainda que, apesar da rapidez, os três principais critérios foram alcançados: segurança, eficácia e qualidade.

Ainda no início da pandemia, a agência suíça criou um grupo de trabalho para assessorar empresas e institutos de pesquisa sobre questões científicas e regulatórias. O resultado de meses de organização, muitos suíços vão sentir na pele muito em breve.

“Podemos iniciar a vacinação nos próximos dias”, disse o ministro Alain Berset.

A primeira remessa terá cem mil doses. A Suíça, com seus 8,5 milhões de habitantes, já encomendou 15 milhões de doses de três vacinas diferentes, e agora aguarda a aprovação para a Moderna e a AstraZeneca.

Enquanto isso, segue apertando o isolamento, preocupada com a alta taxa de transmissão. A partir de terça-feira (22), os restaurantes vão fechar por pelo menos um mês. Nas ruas, tem gente que parece que ainda não entendeu o recado.

por Jornal Nacional

foto: Reprodução

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