Corpo de Bruno Covas é enterrado em Santos, ao lado do avô e ex-governador de São Paulo Mário Covas

O corpo do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, que faleceu na manhã deste domingo (16) aos 41 anos vítima de um câncer, foi enterrado no início desta noite, por volta das 18h30, em Santos, a 80 quilômetros da capital.

A cidade do litoral sul paulista é sua cidade natal, sede do time para que torcia (o Santos) e também onde está enterrado seu avô, o ex-governador de São Paulo Mário Covas, que faleceu em 2001 também em decorrência de um câncer no meio de seu mandato. Bruno Covas foi enterrado no cemitério do Paquetá, o mesmo onde está seu avô.

O prefeito de São Paulo faleceu às 8h20 deste domingo, depois de pouco menos de dois anos em que lutou contra um câncer no sistema digestivo. Após agravamento da doença, estava internado em São Paulo desde 2 de maio.

O corpo foi velado na capital, no Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura, onde recebeu uma homenagem de familiares e amigos mais próximos. Não foi permitida a participação do público por causa das normas sanitárias vigentes.

Na sequência, foi realizado um cortejo que passou por algumas das principais vias do centro da cidade de São Paulo até a Avenida Paulista. O enterro, em Santos, também foi restrito à família e amigos próximos para evitar aglomerações.

Desde 2019, Covas enfrentava a doença, inicialmente descoberta no trato digestivo, mas que se espalhou para o fígado e para os ossos. A notícia da morte foi confirmada em nota hoje divulgada pela assessoria do prefeito.

O quadro de saúde do prefeito era considerado irreversível, desde sexta-feira (14), pela equipe de médicos do Hospital Sírio-Libanês, onde esteva internado. O prefeito, que era divorciado, deixa um filho, Tomás Covas, de 15 anos.

Com seu falecimento, seu mandato foi declarado extinto pela Câmara Municipal de São Paulo e seu vice, o empresário Ricardo Nunes (MDB) passa a assumir a prefeitura oficialmente. Nunes já estava atuando como prefeito em exercício desde o dia 3 deste mês, após Covas se licenciar do cargo para se dedicar a seu tratamento.

por Juliana Elias/CNN

foto: Reprodução

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