Raniery Paulino defende mapeamento sobre quem é aliado do atual governador

O deputado estadual Raniery Paulino, do MDB, sugeriu que haja um mapeamento para identificar os aliados e os opositores do governador João Azevêdo (Cidadania) para que haja definições mais firmes com relação a apoios na eleição do próximo ano, quando o chefe do Executivo concorrerá a um novo mandato. Em declarações a uma emissora de rádio de João Pessoa, Raniery ressaltou que uma vez identificados os aliados ao governo, João Azevêdo deve criar um critério para escolha de integrantes da chapa majoritária que vai liderar no pleito vindouro.

Embora esteja articulado com o senador Veneziano Vital do Rêgo, presidente estadual do MDB, nas decisões sobre o comando e fortalecimento do partido no Estado da Paraíba, Raniery Paulino salientou que continua defendendo a tese de apoio do partido à reeleição do governador João Azevêdo, com participação da legenda em programas e projetos de governo. Para o parlamentar, muitas das especulações que estão surgindo quanto a alianças políticas por parte de Azevêdo originam-se de facções adversárias que estão interessadas em desagregar o bloco oficial. Sugere que haja uma conversa definitiva entre o senador Veneziano Vital e o governador para acerto de ponteiros e definição de estratégias para o pleito do próximo ano.

O pai de Raniery, o ex-governador Roberto Paulino, ocupa a Secretaria de Governo na administração de Azevêdo. As declarações do deputado estadual foram decorrentes dos rumores sobre aproximação do ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD) com o esquema do governador João Azevêdo, em meio a rumores de que Romero pode vir a compor a chapa no papel de candidato a vice-governador. “Na minha avaliação pessoal, é mais fácil contemporizar uma possível composição entre Romero e o senador Veneziano do que uma união entre Veneziano e o grupo Cunha Lima”, expressou. Contou o deputado que foi aliado somente de dois governos na Paraíba: o de José Maranhão e agora o de João Azevêdo. “E esses dois governos têm ações que estão se comunicando”, enfatizou. Para a sucessão presidencial, ele não definiu posição ainda, mas garante que não vota em Jair Bolsonaro e que torce para que a senadora Simone Tebet se candidate a presidente da República pelo MDB.

por João Luis Gomes Fausto

foto: Reprodução

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